quarta-feira, janeiro 10, 2007

A ARTE DA GUERRA


Ensinaram-me hoje um pouco da história de todos aqueles que ambicionaram chegar ao trono e, com isso, ao topo da fama através da "ARTE DA GUERRA", mas nem todos os historiadores e pesquisadores acreditam no protagonismo do "chinoca do botão", o célebre TO MA FE, que por ainda não usar o fecho éclair não passa de uma utopia sendo evidentes as suas frustações e a sua própria escarnificação. E, também, não podemos ignorar que o célebre invento do norte-americano Whitcomb Judson, ainda não chegou a uma simpática vila do nosso concelho e, muito menos, à mente de um seu alaranjado pseudo-intelectual habitante.
O facto de na sua arte guerreira se referir à "GLASNOST" e à "PERESTROYKA" e a certos conluios fazem-no, à medida que o tempo avança, arrefecer o corpo e a sua alma tremer com medo de avalanches. Os seus pulmões ficaram ofegantes de tanto gritar e, de tanto vociferar, o seu espírito maligno descobriu que tinha chegado ao topo do mundo e o concelho ficou a saber da sua extraordinária conquista.
Comprou um capote de plástico e veio para a rua gritar vivas à democracia através da sua cátedra, porque sabia que o mundo da emoção não aceita actos heróicos, mas apenas treino e educação para a guerra. Lembrou-se de Maquiavel e da sua falta de escrúpulos em recorrer a todos os meios para alcançar os seus fins palrando como uma pega, ou um papagaio, para ganhar a corrida entre os espermatozóides para fertilizar um óvulo, a grande corrida pela vida de palrador de assembleias.
Os seus ensinamentos eram rudes e primários e confrontou-se com a perca de receitas. Apelou ao nepotismo, ao autismo, à ignorância e à democracia, mas esqueceu-se que o sentido da vida encontra-se num mercado onde não se usa dinheiro.
Ficou confuso com as variantes e perdeu-se pelo caminho da vida. O seu destino macabro não lhe permitiu, ao longo da formação da personalidade, torná-lo num ser que pensa e que pode mudar a sua história, privilégio indizível da espécie humana. E não se encantou com a vida porque estava sufocado em inúmeras preocupações e atolado em actividades de guerrilha perdida e, como tal, não conseguiu ver para lá da cortina das suas dificuldades.
Nem os ensinamentos de SUN TZU lhe valeram!

3 comentários:

Diabba disse...

Kumé k alguém com 25 anos conhece o Sandokan???

Beijo de enxofre

sandokannnn sandokannnn (cantarolando)

Freyja disse...

el arte de guerra
El general chino Sun Tzu en su célebre obra El arte de la guerra, afirmaron que la guerra había que ganarla antes de declararla o de que existiera en sí misma

hay diferentes tipos tipos de guerra
guerra por poder
guerra por envidia
guerra por religion
guerra fria
y resto las sabemos por lo modernas que son

la peor guerra es por envidia

besitos



besos y sueños

Axiológico disse...

Já leram

"O príncipe - escrito por Maquiavel" ????

também tem boas dicas hehhehee