segunda-feira, janeiro 08, 2007

QUEM SOU?


Quem sou eu,
Ou o que sou?
Para saber quem sou eu,
Basta saber onde estou.
Estou no mais puro olhar,
Tão fixo, penetrante.
Estou no mais leve afagar
Dos cabelos, pretensioso, mas, cativante.
Estou nas palavras que pronunciam,
Num simples momento de intimidade.
Estou nos pudores que renunciam,
Com tanta frequência e intensidade.
Estou nos beijos ardentes,
Serenos, ou sufocantes.
Estou nos mútuos movimentos
Dos corpos, ardentemente incessantes.
Estou na respiração ofegante,
No clímax, no auge do ardor,
E é nesse momento, tão importante,
Que me faço presente, na forma de amor!
Sou um homem do povo, Poeta Cavador
É dos simples o meu Reino de rosas,
Com canções que eu sei de cor.
Vivo onde há noites silenciosas,
Mas não cortantes espadas
Trespassando o teu olhar eterno,
Com as suas mãos geladas,
Tornando a VIDA um inferno.
SOU SIMPLES E VIVO NO REINO DOS MAIS HUMILDES E SIMPLES. E... É AQUI... QUE EU VOU MORAR... ETERNAMENTE!

5 comentários:

Freyja disse...

eres un gran poeta que llena el mundo de versos
que logra mostrar su alma y su sinceridad
y eres una bella persona
besitos y cuidate



besos y sueños

Zeca Paleca disse...

Sou simples, mas não poeta
E sou uma bela pessoa
Não alcanço a minha meta
Porque o árabe me amaldiçoa

eheheheheh

BESOS Y SUEÑOS

Axiológico disse...

Zeca:

Você é um poeta
que gosta de escrever
vou andar de bicicleta
para não te aborrecer

ehehehehehheheheeeee

outra:

Seu nome é Zeca Paleca !!!
que traz muita alegria...
Quando não está a jogar peteca
está trabalhando na padaria..

heheheheee

rimou !!!


Abração amigos... foi só uma brincadeirinha...

Zeca Paleca disse...

Eu gosto é de outras padarias, ó seu AXIOLÓGICO, percebeu?

Exemplos: Padaria da Juliana Paes; padaria da Jennifer Lopez.

Suas popozudas...
eheheheheheh

Naeno disse...

Zeca Paleca

És poeta. Porque querer negá-lo
Será esta uma maldição, sentir-se o calo
O verbo, a conjugação, como navegá-lo.
Se o que vida pede é isso, que mais se dê os favos
E fique a esperar os restos só para depois chupá-los.
Um poeta, inegável, mostra-se outra pessoa,
É o que alma conta, o que no peito ressoa,
Qual sino em final de tarde, a previsão do badalo,
Assim a poesia jorra, como sangue que ninguém pode estancálo.