terça-feira, fevereiro 09, 2010


o BLOG lUSO: oS pRÓS e oS cONTRAS, se equivale para mimum dos mais importantes blogs que leio, e por graça de tanta sorte, fui convidado a postar como colaborador. Este feito me deixou cheio de vaidade em crescente rápido, quando fui conhecendo um a um dos que fazem este belo e necessário espaço.
Um campo democrático para onde tantos acorrem por que sabem legitimamente que são sempre benvindos. Descobri-o por acaso e por não me encantaria com apego e dedicação, também com as poesias do ZECA PALECA, do POETA CAVADOR, com os desabaços, em todos os sentidos do meu amigo SANDOKAN, pela pureza e beleza da postura de FREYJA, versando sempre sobre o amor, o chamamento, sob a forma para que outras pessoas tomassem consciência, como ela é convicta, de que o luso:os prós e os contras, antes de um blog que se abandona e se achega quando bem se quer, é uma prisão com grades de costelas, onde abusa de sentimentos nossos corações de toda terra. Luso: OS PRÓS E OS CONTRAS, acima de tudo é um espaço aberto no centro do mundo, uma vasta e linda campina medida e plantada por Deus. E o que esperamos é que muitos, já que todos tendem ao centro da terra, fossem como que sugados pela beleza, pela boca entreaberta de todos os seus membros, fundadores, representantes, colaboradores.
Existem mistérios neste blog mais que andorinhas demanhãzinha nas torres das igrejas imponentes de Portugal, do Brasil, do Chile de Roma.

Há mais beleza e proximidade deste blog com a paz que se fecunda por uma palavra, um gento, que os corpos nus lapidados em puro mármore, diante dos quais muitos param para tirar uma fotografia.
Aqui do Brasil, longe de quase todos os membros deste blog, saúdo o mundo e apresento a ele o nosso exemplo, se ainda não atingido ao meio, mas que pode ser uma saída a tomar como exemplo o mundo, mesmo que apenas Portugal, Brasil, Chile e mais uns poucos.
Julgo que se alguns palestinos ou e uns israelitas tivesses construído alguns blogs, no modelo do LUSO, em tempo rápido esses saltasvam as muralhas, passvam por debaixo dos tanques aterrorizadores, voavam por cima e por baixo dos mísseis dirigidos aos inocentes, e aos incoerentes, às mulheres trancadas e aos poderosos incautos.
Que a vida do luso: OS PRÓS E OS CONTRAS, não se redima, dado que nunca errou; que ele não fuja, posto que nunca insultou a ninguém e nunca tirou nada de ninguém, pelo contrário deu, que ele não suma, que haja sempre coro para a sua vida longa, afora.

Um beijo a todos do LUSO

NAENO ROCHA

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

SEMPRE TE AMEI

Basta que saibas que a ti somente
Que a ti somente, flor, adorei
Meus olhos dizem constantemente
Formosa, eu sempre, sempre te amei.
Do teu sorriso terno, divino
Cativo, humilde sempre serei
Por isso eu digo não me domino
Formosa eu sempre, sempre te amei.

Se um dia de amar na lira,
Os teus encantos, sequer deixei
Por isso eu digo não me domino
Formosa, eu sempre, sempre te amei.
De amarte-te em sonho, um só momento
Um só momento, sequer deixei
Por isso eu digo, sem fingimento
Formosa, eu sempre, sempre te amei.

Por toda parte, rindo ou chorando,
Chorando ou rindo, te seguirei.
Dizendo mesmo, de quando em quando
Formosa eu sempre, sempre te amei.
Pouco me importa se o mundo louco
Me chame e diga que eu sempe errei.
O mundo é velho, caduca um pouco
E eu sempre, sempre, sempre te amei
.
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naeno* com reservas de domínio

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

para FREYJA uma amiga, uma flor na minha distância

TEM JEITO

Prevalece, porque não será, a desordem
Como deixaram a casa
Quando racharam as paredes
E pendulou o teto.
E algumas coisas precisam
Com o esforço de outras coisas
Ficarem de pé.
Na posição de partida
Na porta da saída
Porque ameaça o temporal maior.
Eram dois prenunciados
Um fez o que fez
Com a faltosa ajuda das pessoas.
Ficará por que não passou a miséria
Esperando o fotógrafo
Para que se registre o dia
O claro que podia ser
Direcionado todo para os meus olhos.
O perdemos no temporal escabroso
Rachada pela caliça
Alaga a casa e os livros.
E permanece o dia mostrando
Que é vulnerável a vida


E é muito frágil o mito
Que deus não Dorme
Mas necessita olhar pros outros lados.
- Com a inconsciência dos homens. -
A vida vence e lança no chão do mundo
O perdedor.
Está pingando no chão dessas criaturas
E eu, como não aprendi
Porque ninguém me ensinou nada
Que se pensasse
Ensinaram-me o que falasse
O que escrevesse
O que imitasse
Mas não me disseram nada do mistério.
E eles agora são tão visíveis
E sentidos a todo o momento
No que agora fico sabendo
Pensamento.

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naeno* com reservas de domínio

terça-feira, fevereiro 02, 2010

SEI QUE NEM DO NADA SEI

Quando sabemos muito, já o suficiente para impressionar alguém, temos de ter piedade desta rizonha Hiena, ela nem sabe se sorrir ou chora.
Quando nos encantamos com a quantidade de informações e truques que acumulamos ao longo da vida e nos satisfazemos nem nos incomodamos, ao contrários julgamos propício e mereceder dos elogios de alguém por perto, aí, nos encontramos parados, retorcidos como arame segurando uma porteira velha que não dá conta de quem e quantos passaram por alí. Quando realizados procriadores de informações que julgamos interesantes, e que aos ouvidos de outros fazem com que seus olhos se abram admirados, estamos fincados como marco entre o que não sabemos e o que jamis tomaremos conhecimento.
Quem sabe de tudo, tem conhecimento só daquilo que foi possível entender em partes, uma coisa, de uma coisa, de uma coisa de outra coisa estranhíssima.
Quem não se julga sabedor de muito, mas com convicção, talvez como Sócrates, se prever diante de todos, de monte de coisas e idéias que não param de surgirem e de um fundo verdadeiro, de cima abaixo dos seus pensamentos e de seus olhos e sua insignificância.

Sandokan,

Beijos do Brasil, do Piauí,
de mim, teu irmão

Naeno
BRECHANDO DRUMOND

Viver dói
Certo, como as palavras aproveitadas.
E essa dor está em tudo vivido
Em tudo que fora sonhado, perdido.
Partido do que não podemos fazer, usufruir
E sonhar desenfreado, isolado sem o sonho.
E por amor sofremos tanto e mais!
E o que todos sempre desejam
Era que a vida não nos provocasse sofrimentos.
Que bom seria apenas rendermos graças
Por essa pessoa que a gente ama
Sempre perto de nós
Nos proporcionando um sentimento grande
Em beleza, com a expectativa
Que o próprio amor presume
A companhia boa por um tempo
Mesmo insuficiente, mas que pode
Ser até eternamente, um tempo feliz.

Porque a vida dói?
Porque não contamos
As partes boas que tiramos dela
Pelos sonhos voluntários que
Projetam-nos ao impossível
Ao que não faz parte dela.
E ele em não podendo, nos nega.
Por todos os sortilégios, campos floridos
Cidades idas, a vida dos outros.
Que gostaríamos de termos passado,
Nós e o nosso amor. E por motivos, que costumamos
Chamar azar, não tivemos a oportunidade
De fazê-lo.
Pelo material abundante na mão de muitos
Que desejamos, fosse nosso
E não tivemos por uma contensão institiva
O prazer de procurarmos.
Pelos filhos que projetamos de nós
E que são outros, na mesma vida
E agimos como se nem os tivéssemos.
Ou pelos que de fato não tivemos,
E da mesma forma projetamos dentro de nós.
Pelos beijos negados
Porque vivemos muito, de parecer sem fim
O calvário.

Viver dói
Porque temos um trabalho que nos exige muito
Por todas as obrigações com a família
Tirando-nos o tempo livre
Que poderíamos usufruir com nos mesmos
Indo ao bar, marcar encontros com os amigos
Amar, demorar deitado, banhar sem pressa
Ir às encostas floridas sentir o cheiro
Dos lírios silvestres,
Ouvir os pássaros cantando com disposição
Nas copas das árvores.
A vida dói
Não porque fomos mal gerados,
Ou tivemos problemas com o nosso nascimento
Não por que nossos pais não foram
Pacientes conosco em nossa meninice
E ainda hoje se mostram duros e alheios
Ao que fazemos ou deixamos de fazer.
E quando vivemos as nossas mais doidas angústias
Nem sempre contamos com um amigo
Que saiba lidar com a gente
No jeito que aquele momento nosso
E doloroso exige e parecem não nos compreender

A vida dói
Não por que confiscaram
Parte de nosso salário, que já considerávamos injusto
Mas pelos tempos de vôos que
Que nos permitimos todos os dias.
Pela dedução errada de que nossa vida
É um quinhão passado para o nosso nome
Que a ninguém interessa
Que ninguém bota preço.

A vida dói,
Porque da mesma forma
Como nos dispomos a negociar a nossa
Outros nos oferecem as suas
E em nenhuma vemos graça.

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

SEI QUE NADA SEI!


Afinal, o que é que eu sei?
Naquela época – quando o tempo contava - eu imaginava que um dia saberia viver e que tudo se tornaria mais fácil, menos doloroso. Nunca nada ficou mais fácil, pelo contrário, sempre ficou mais difícil e, confesso, algumas vezes mais complicado, quem sabe até mais angustiante.
Achei que já sabia tudo sobre o perdão. Descobri que não era verdade quando recebi um e-mail de uma pessoa que nunca vi nesta vida, pedindo-me perdão por não ter escutado a voz do Universo.

Achei que sabia tudo sobre o trabalho. Não, não sabia; quando um senhor todo molhado por estar ao meu lado trabalhando à chuva, ficou com os olhos marejados de lágrimas ao saber que naquela tarde ele iria receber um bom aumento no seu salário mensal.
Achei que sabia tudo sobre o amor de mãe. Aprendi que a mãe não tem olfacto quando se trata de cuidar de um filho ensanguentado há mais de 12 horas. O cheiro do sangue não existe para ela.
Achei que sabia tudo sobre os meus amigos. Claro que não sabia que o verdadeiro amigo não te abandona quando o teu dinheiro e a tua posição social se vão embora. O verdadeiro amigo é aquele que divide contigo as lágrimas da decepção de uma traição e de uma calúnia.
Achei que sabia tudo sobre empresas. Claro que aprendo a cada dia que o verdadeiro companheiro de trabalho é aquele que tem cérebro e não pés e mãos. É aquele que diz não senhor, não deve ser assim porque desta maneira vamos errar.

Achei que sabia tudo sobre a lealdade. Não, nada sabia, pois a lealdade não se expressa em palavras mas sim em atitudes.
Achei que sabia tudo sobre os filhos. Aprendo a cada dia que eles são iguais a nós quando criticávamos os nossos pais. Os tempos mudam, mas as verdades só se expressam de outra forma.

Achei que sabia tudo de valores, de bens materiais e de coisas que podemos ver, pegar e admirar. Estava terrivelmente equivocado. As melhores coisas da vida não têm formas. Não se pegam, não se vêem. Sentem-se e invariavelmente manifestam-se por arrepios...
Achei que sabia tudo sobre religião. Não, não sabia! A minha não é a única certa. A verdadeira religião é aquela que o nosso coração clama: Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti.
Achei que sabia tudo sobre mim. Aqui cometi um dos meus maiores equívocos. Descobri que aquilo que as pessoas acham que é egoísmo na realidade é amor próprio.
Achei que sabia tudo sobre o amor. Não, não sabia! Aprendi bem tarde o que realmente significa amar. Dar sem cobrar. Oferecer sem pedir.

Achei que sabia tudo de tudo. Na realidade descobri que só sei o que não devo fazer. Aprendo a cada dia o que preciso e devo executar. Na realidade SEI QUE NADA SEI.

E tu achas que já sabes tudo?

Sei que nos veremos um dia.
ADIANTE


Solitário, meu modo, no meio das multidões de faroleiros, afasta-me, andando para qualquer canto que ali marcava o limite entre o que ainda ouço e o que não mais posso ver, um lugar ermo, uma parte da terra coberta de gramíneas novas, meu sonho e meu sonhar de qualquer dia. Daí a avista ela por vezes incontáveis. Ela estranha ao povaréu, fora como todos, largada à parte pelo mutirão. Estava de pé recostada a um tronco morto, e olhava-me. Era de uma beleza incomum, de olhos negros e um cabelo solto, fino, puro negrume, o que facilitava a minha visão assentar-se sobre o brilho, ponto feito pelo sol. Eu era um animal de raça, que a mirava intensas vezes, como se figurasse uma bela mais perigosa efígie da beleza, quente e alentada, mas, ao mesmo tempo, sublime e intensamente mulher. Olhava-a como se a mim ela tivesse dado algum sinal, comunicado algo de seu fulgor e de sua alegria. Já a reconhecera, já a olhava por toda a minha vida. Vi naquilo um sinal do meu destino.
Naeno. com reservas

sexta-feira, janeiro 29, 2010

TÉDIO

Venho de mim tão só
venho de mim cansado
você não reparou.
Que lá no céu nublado
um sol encabulado
anoiteceu, parou.
Na cama da cidade
com uma noite sem idade
se deitou.

No outro andar do prédio
fui denscansar meu tédio
você nem reparou.

Hoje eu sou tão feliz
um outro amor me quis
você nem reparou.
_____________
naeno
QUERER

Querer e poder são por dois olhos
Uma visão do extremado e não do fim
A beleza que encanta
E eu tanto olho
É o que vejo em ti
E não há em mim.

O ter e o querer são, por prisão
A razão de fazer-se
Sem ter fim
O esplendor de uma rosa
Quando ela abre
Os teus olhos também
Se alargam assim.

Bem dizer, mal dizer eternamente
Sempre o não
Quanto mais eu te falo sim
O suor do teu corpo
Inteiro brilho
De um brilhanteLapidado de mim.

Fazer e benzer a obra feita
Um vulto que fala por mim
O artista que sonho
E que não vejo
Nas rajadas do vento no capim
Há uma cobra que se mexe quieta
No ritmo que danças pra mim.
_________________________
naeno com reservas de domínio

domingo, janeiro 10, 2010

Un ángel para tí...



UN ANGEL PARA TI




Nokitas

terça-feira, janeiro 05, 2010

Dolor

Desde Ahora


De agora na direita da posse perpetual servir agora sobre a feliz, ao adorarte e ao hacerte você, do amor de I a você e ao amarte será minha vida.

sexta-feira, novembro 27, 2009

O ACIDENTE


Uma mulher, depois de um terrível acidente junto ao Pedro dos Leitões, na Mealhada, foi levada pelo INEM, a toda a velocidade, para os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).
Ao chegar ao hospital os médicos de serviço operaram-na de urgência, mas ela não recuperou e entrou em coma profundo.
E, nesse estado, encontrou-se com Deus:
- Que é isto ? Eu morri? - perguntou ao Criador.
- Não , pelos meus cálculos, tu morrerás daqui a 43 anos, 8 meses, 9 dias e 16 horas - respondeu o Eterno Deus Omnipresente.
Ao voltar a si, reflectindo sobre quanto tempo ainda tinha de vida, resolveu ficar ali mesmo naquele hospital e fazer uma lipoaspiração, uma plástica no rosto, correcção do nariz, uma plástica de restauração dos seios, tirar todos os excessos, as ruguinhas e tudo mais em que podia mexer para ficar linda e jovial.
Após alguns dias teve alta médica. Resolveu, então, ir para as Termas de Luso passar umas retemperadoras férias, mas ao atravessar uma rua, perto da igreja, um veículo circulando a alta velocidade atropelou-a. Porém, desta vez, teve morte imediata.
Ao encontrar-se de novo com Deus, ela perguntou muito irritada:
- Senhor, você não me disse que eu ainda tinha 43 anos de vida? - então porque morri logo depois de toda aquela despesa com a cirurgia plástica???!!!

- MENINA, JURO QUE NÃO TE RECONHECI !!! - respondeu o Senhor.

sexta-feira, novembro 20, 2009

O MENINO MALUQUINHO

A falta de formação adequada de muitos técnicos, de novos vereadores, de adivinhos, de maluquinhos, ou quejandos, constitui um problema crónico do nosso quotidiano, com reflexos directos na preparação e obtenção de resultados e também no ambiente intelectual, ético e social que marca o panorama no concelho da Mealhada.

Este e outros blogues, onde não há milhas a percorrer nem Calígulas para aturar, têm dado sinais e passos importantes visando regularizar a situação e pôr cobro a um estado de calamidade. A ausência de formação credível é deveras chocante e absolutamente inaceitável, tanto mais que, todos os dias, vemos a repulsa de vários comentadores que não cedem a interesses instalados, imorais e lesivos da nossa comunidade. Tal como em outros locais, aqui não se troca a respeitabilidade e solidez de visão e acção pelo vento do puro e falacioso oportunismo e não deitamos fora o capital de coragem e lucidez política que temos vindo a amealhar. Isso seria uma inesperada desilusão e regressão.

Na ausência de certos esclarecimentos e fundamentos adicionais que deveriam ser feitos por um grande covarde, só vêm revelar o baixo nível das ofensas e provocações gratuitas e desprovidas de bom senso; e contribuem para adensar o clima de suspeição. Terá este covarde abdicado da finalidade da sua função e resvalado para uma nova conduta à imagem que dele é habitualmente difundida, ou seja, um grande oportunista?

Veio mesmo a calhar a fulminante tirada - mais uma! - do Gaius, dita depois de ser eleito para o novo e assaz serviço de terceira, do consulado mealhadense. Com o alcance e o brilhantismo, a racionalidade e sensatez, a elegância e o requinte habituais, o iluminado Germanicus, põe em dúvida um dos mais prestigiados militantes do seu Partido.

Orelhas moucas para palavras loucas, porque o Imperador tem o poder de dizer o que lhe dá na real gana e até parece que os atingidos têm que ouvir e calar? E calam-se por simpatia, por obediência, por conveniência ou consentimento? Pois, meu menino, percorres muitas milhas a escarninhar, mas, tem paciência, para esse peditório já eu dei há muito tempo e a bruxa da tua terra já morreu há muitos anos. O teu destempero verbal deixa de fora o teu comprido rabo de uma enorme contradição e gritante aberração.

Como se vê, o desatino do Tonecas da Pampilhosa ainda anda à solta e não há vacinas que eliminem o vírus do menino maluquinho. Parece que pelas suas hostes não há ninguém de peso que enfrente a demência nele instalada. Ao invés, o santinho é entronizado e passeado em andor com música e foguetório; goza do trato dispensado aos antecessores, outrora incensados e agora cobardemente atraiçoados, não é senhor GBM? Em suma, na advocacia, na horticultura, no bruxedo, na caça ao dote, na política e no resto, através de muitas milhas percorridas na procura do Santo Graal, os resultados revelam que temos o que merecemos, mas eu não. O remédio para os que foram vítimas é aguentar e assumir a culpa pessoal; não há outro.

sexta-feira, novembro 13, 2009

CIÚME E CÓLERA

O ciúme, foi e será, causa de rompimentos e alterações da relação amorosa.Lá diz o ditado: "Zangam-se as comadres, dizem-se as verdades". Em casos extremos pode originar perversidades, violência e até crimes. Menos acentuado é causa de muitos sofrimentos e angústias, injustiças e perturbações. Um dos gigantes maus da alma - como a ira, a inveja e o ódio - o ciúme não é fácil de vencer.
Depois de vermos tanto ciúme, percorremos a Milha de Calígula e, como tal, verificamos que o mergulho na solidão pode ter origem em alguma adversidade, mas muitas vezes há uma predisposição ou um não saber viver. A derrota destroça os homens.
O lobo veste a pele do cordeiro e refugia-se naquilo que ele tantas vezes apregoa: GROSSERIA e ENSANDECIMENTO!
Esperemos que a Circe lhe cante mais uma canção harmoniosa e lhe oferte uma das suas bebidas saborosas e cristalinas. O maluquinho caça dotes, terá de ter cuidado com a Circe, porque deixará de ser lobo e cordeiro e, assim, juntar-se-á aos porcos comendo bolotas.
Ficará à espera de Mercúrio, o deus que protege os homens.

segunda-feira, outubro 12, 2009

A VITÓRIA DE UM GÉNIO POLÍTICO

O desejo de alcançar o sucesso está declaradamente ou não em todas as mentes. Mas, enquanto para uns ele pode e deve ser alcançado de qualquer modo, predatoriamente, para outros, como CARLOS CABRAL, é apenas o bendito fruto de excelência e da perseverança. Talvez, neste caso seja mais apropriado falar de êxito.

Certamente que a forma como desfrutam do sucesso será diferente num ou noutro caso, ou seja, a serenidade de que desfruta o alpinista após a difícil escalada para a conquista do pico não é igual à de quem lá foi colocado, digamos, de helicóptero ou pelas lagartas de um bulldozer.

Ontem, o magnífico candidato do Partido Socialista à presidência da Câmara Municipal da Mealhada - CARLOS CABRAL - mais parecia um bulldozer que, com as suas lagartas, esmagou totalmente os seus opositores, obtendo um resultado que fica para a história deste Concelho e será recordado por muitos e longos anos.

As grandes expectativas fazem os grandes homens e, na realidade , o êxito é um caminho, nunca uma meta.

terça-feira, setembro 15, 2009

NÃO SEI POR ONDE VOU!

A vida é o legado mais precioso que ganhamos ao nascer. Usufruí-la é uma arte, um dom. Destruí-la é um crime.
Tema tão querido a todas as religiões e filosofias, sobre ele discorreram pensadores de todas as nacionalidades em todas as épocas. Tratado na Bíblia como em qualquer canção pop, na poesia romântica ou na moderna, na literatura e no teatro, são as afirmações divergentes.
O certo é que sem a vida não existimos - passe a aparente idiotice da frase -, mas o que mais importa é a qualidade de vida. Para uns, "a vida é o que se pode ter"; para outros, "nós fazemos a vida"; em ambas as asserções, vida é qualidade de vida. Que depende de condições externas, permanentes ou temporárias, mas também muito da formação da pessoa, herança genética, educação, personalidade e outras coisas mais.
Dizia o filósofo Nietzche: "É em ti mesmo que se coloca o enigma da existência - ninguém a pode resolver senão tu." E eu acrescento o pensamento de Jean-Paul Sartre: "O homem tem de poder escolher a vida em todas as circunstâncias" para poder dizer como Pablo Neruda: "Sucede que tanto vivi, que quero viver outro tanto."
Dedico tudo o que escrevi ao Gonçalo Breda Marques, o celebérrimo político Mealhadense que sabe que os verdadeiros problemas do concelho se resolvem na rua, no dia-a-dia na prossecução de todo um projecto de modernização e desenvolvimento do nosso concelho. Fica desde já convocado para continuar este desígnio, porque a douta Engenheira Arminda Martins irá fazer-lhe, sempre, uma marcação cerrada e não lhe permitirá passos em falso.

As costas que me envolvem




http://www.youtube.com/user/Hugovillella


Un abrazo grande a todos los amigos de este blog


Freyja

sexta-feira, setembro 11, 2009

DANOS COLATERAIS

Nos últimos anos entrou no nosso vocabulário uma nova terminologia, a propósito de algumas baixas nos palcos da guerra. Dizem os entendidos que o mal chegou à política mealhadense. Trata-se dos danos colaterais, ocasionados por fogo amigo, querendo com isso dizer que foram provocados sem intencionalidade, mas antes por fatalidade, pelo acaso ou erro, como se fossem uma consequência lamentável, não calculada e premeditada. Logo são desculpáveis. No entanto sobejam razões para suspeitar que o recurso a tal terminologia e a invocação do argumento nela contido têm por objectivo negar ou encobrir a cegueira ética, condicionada ou deliberada. Por isso temos o direito de desconfiar da "bondade" da expressão; e temos a obrigação de pôr em causa aquilo que ela esconde.
A mentira e a propaganda políticas e mediáticas visam a conformação total e abrangente de todas as esferas da vida humana à produção de vítimas ou danos colaterais. A política na Mealhada tornou-se uma luta sem fim e sentido entre montes de meias-verdades, de omissões maliciosas e intervenções conflituantes, incapaz de gerar consenso na denúncia das aleivosias intencionalmente maquinadas e perpretadas pelos homens do costume. São os que usam todos os ardis e assédio moral para encobrir a indecência do modo de ser e estar e que tomam decisões abjectas e reprováveis pela moral e alargam o fosso da cada vez maior separação entre a lei e a ética.
Do magno informativo circulante, constatamos que estamos a assistir a um "mobbing" político onde imperam as falsas promessas, o desgaste psicológico, expectativas goradas que deixam vítimas em choque, vergonha, descompensação, dissociação de personalidade, stress pós-traumático que seria de difícil interpretação até para o célebre psicólogo Heinz Leymann.
Será isto deturpação, exagero ou ficção da nossa parte? Antes fosse!

NÃO PRECISOU DE ADVOGADO (PIADA INFAME)

Nem foi preciso Advogado!

Um homem foi apresentado perante o juiz e acusado por ter feito sexo
com um cadáver feminino.

Disse o juiz:
- Em 20 anos de magistratura, nunca ouvi uma coisa tão nojenta e imoral.
Dê-me uma única razão para eu não pô-lo na cadeia!


- Vou lhe dar não uma, mas TRÊS boas razões:
1º) Não é da sua conta;
2º) Ela era minha esposa;
3º) Eu NÃO SABIA que ela estava morta; ela SEMPRE agia assim!


ABSOLVIDO............