quarta-feira, outubro 31, 2007



Uma Música que ADORO e que é ideal para o momento do Blog Luso
Abraços

domingo, outubro 28, 2007

MANOS UNIDAS PARA BLOG LUSO


QUERIDOS AMIGOS DE BLOG LUSO

“ LA AMISTAD UNE SIEMPRE EN LOS MOMENTOS MAS DIFICILES, UNAMOS NUESTRAS MANOS AMIGAS”


VOY A SER MUY SINCERO EN ESTOS MOMENTOS Y OJALA LO ENTIENDAN

MUCHOS DE LOS CONTRIBUYENTES DE ESTE BLOG ESTAN PASANDO POR MOMENTOS MUY DIFÍCILES (FAMILIARES Y DE SALUD)

Y ES POR ESO QUE NO HAN PODIDO POSTEAR

ADEMAS DESPUÉS DE LA PERDIDA DE NUESTRO AMIGO ACÁCIO SIMÕES, TODO SE HA VUELTO MAS DOLOROSO

SOLO QUIERO PEDIRLES Y DECIRLES, QUE BLOG LUSO SEGUIRA LUCHANDO CON LA AYUDA DE NUESTROS AMIGOS JOÃO FILIPE FERREIRA, JORGE CARVALHO, FREYJA, NOKITAS, AXIOLÓGICO, NAENO

ZECA Y SANDOKAN YA VOLVERAN

MIENTRAS TANTO SOLO LES PIDO SU APOYO
BLOG LUSO ES UN BLOG DE LUCHA Y QUIERE SEGUIR EN BLOGOSFERA Y CON USTEDES

LES DIO LAS GRACIAS A TODOS LOS AMIGOS QUE NOS APOYAN

LA ADMINISTRACION

sábado, outubro 27, 2007

Te invito...



Te invito a soñar con fantasías
a ubicarte en parajes escondidos
en medio de abundantes bosques
gozar de un amor desmedido.

sexta-feira, outubro 26, 2007

Aunque te vayas




Eu por-lhe-ei o nome a cada de seus beijos, cada caress, cada palavra, a cada glance, assim eu não serei olvidarte capaz, embora você parta e seu amor não recorde.

quinta-feira, outubro 25, 2007

PABLO NERUDA


La reina

Yo te he nombrado reina.
Hay más altas que tú, más altas.
Hay más puras que tú, más puras.
Hay más bellas que tú, hay más bellas.
Pero tú eres la reina.

Cuando vas por las calles
nadie te reconoce.
Nadie ve tu corona de cristal, nadie mira
la alfombra de oro rojo
que pisas donde pasas
la alfombra que no existe.

Y cuando asomas
suenan todos los ríos
en mi cuerpo, sacuden
el cielo las campanas,
y un himno llena el mundo.

Sólo tú y yo,
sólo tú y yo, amor mío,
lo escuchamos.

El amor



EL AMOR NO ES ALGO QUE QUERAMOS SENTIR… ES ALGO QUE SENTIMOS SIN QUERER…

quarta-feira, outubro 24, 2007

Aceitam-se Contabilidades

Zona Norte/ PORTO; se alguém precisar ou conhecer quem precise, por favor comunique.
muito obrigado amigos do LUSO

sábado, outubro 20, 2007

BURRICADAS DE BURRIQUEIROS

O burrito ligado à construção civil, com as albardas bem carregadas, dizia para o outro burrito, sobre aquilo que ele considerava uma burragem, o que, como já não espanta, anda sempre mal informado e a desdenhar de modos burlescos:
- «Meu Amigo, estou muito desconfiado se os "gajos" compram o cine-teatro e se vão requalificar a Avenida dos Castanheiros. Não acredito e cheira-me a palha!»
Resposta do outro burrito:
- «Aposto no joker! Ele não é defraudador».

sexta-feira, outubro 19, 2007

(Fragmentos) Livro do Desassossego


"Livro do Desassossego"
Fernando Pessoa

(Fragmentos (3))

Amo, pelas tardes demoradas de verão, o sossego da cidade baixa, e sobretudo aquele sossego que o contraste acentua na parte que o dia mergulha em mais bulício. A Rua do Arsenal, a Rua da Alfândega, o prolongamento das ruas tristes que se alastram para leste desde que a da Alfândega cessa, toda a linha separada dos cais quedos - tudo isso me conforta de tristeza, se me insiro, por essas tardes, na solidão do seu conjunto. Vivo uma era anterior àquela em que vivo; gozo de sentir-me coevo de Cesário Verde, e tenho em mim, não outros versos como os dele, mas a substância igual à dos versos que foram dele. Por ali arrasto, até haver noite, uma sensação de vida parecida com a dessas ruas. De dia elas são cheias de um bulício que não quer dizer nada; de noite são cheias de uma falta de bulício que não quer dizer nada. Eu de dia sou nulo, e de noite sou eu. Não há diferença entre mim e as ruas para o lado da Alfândega, salvo elas serem ruas e eu ser alma, o que pode ser que nada valha, ante o que e a essência das coisas. Há um destino igual, porque é abstracto, para os homens e para as coisas - uma designação igualmente indiferente na álgebra do mistério.

Mas há mais alguma coisa... Nessas horas lentas e vazias, sobe-me da alma à mente uma tristeza de todo o ser, a amargura de tudo ser ao mesmo tempo uma sensação minha e uma coisa externa, que não está em meu poder alterar. Ah, quantas vezes os meus próprios sonhos se me erguem em coisas, não para me substituírem a realidade, mas para se me confessarem seus pares em eu os não querer, em me surgirem de fora, como o eléctrico que dá a volta na curva extrema da rua, ou a voz do apregoador nocturno, de não sei que coisa, que se destaca, toada árabe, como um repuxo súbito, da monotonia do entardecer!

Passam casais futuros, passam os pares das costureiras, passam rapazes com pressa de prazer, fumam no seu passeio de sempre os reformados de tudo, a uma ou outra porta reparam em pouco os vadios parados que são donos das lojas. Lentos, fortes e fracos, os recrutas sonambulizam em molhos ora muito ruidosos ora mais que ruidosos. Gente normal surge de vez em quando. Os automóveis ali a esta hora não são muito frequentes; esses são musicais. No meu coração há uma paz de angústia, e o meu sossego é feito de resignação.

Passa tudo isso, e nada de tudo isso me diz nada, tudo é alheio ao meu destino, alheio, até, ao destino próprio - inconsciência, carambas ao despropósito quando o acaso deita pedras, ecos de vozes incógnitas - salada colectiva da vida.

quarta-feira, outubro 17, 2007

ACÁCIO SIMÕES... que triste notícia... :-(

Lamentavelmente fiquei sabendo só hoje desta triste notícia...

e agora?

nosso amigo não mais está aqui...

... nem sei o que escrever... estou muito triste...

sugiro a todos que não o conheceram a olhar as postagens antigas feitas por ele neste blog e verão que ele nos trouxe muitasss alegrias...

Eu fiquei sem acesso à blogs no meu trabalho, daí só consigo acessar o luso aqui em casa... e hoje resolvi entrar no blog para postar algo e me deparo com esta péssima notícia...

Faz poucos dias e ele estava debochando de mim por eu ter perdido o acesso da internet no meu serviço ....

sempre brincava com todos...

ACÁCIO SIMÕES... !!! Viverá pra sempre em nossas mentes !!!!


abraço,

Rafael (o Axiológico)

terça-feira, outubro 16, 2007

ABANDONO


Quem aqui chegou,
viu,
entre as canas e o rio e a tua sombra,
um homem sentado, a sua cabeça encostada às mãos,
a fronte macerada, consumida pelos astros e
pelos anos,
como se já nada pudesse tocar com muita
ternura
ou vagaroso lume, as suas chagas reabertas
pelo remorso.

Quem por aqui passou, não disse nada,
e sem estremecer, voltou as costas.
Depois,
atirou uma pedra ao rio e deixou-se ir com
as ervas e os peixes,
abandonado por Deus.
Cheguei ao fim!
Destroçado pela dor
junto à amargura das tuas fontes,
sentei-me e chorei perdidamente
porque levaste contigo,
no grande eclipse desta vida,
tudo o que tinha e
o que não tinha.
A tragédia é assim
e por isso vou escrevendo
o alarme das horas mutiladas.

segunda-feira, outubro 15, 2007

Hasta siempre amigo Acácio Simões



Hasta siempre amigo Acácio Simões

Hoy quiero despedirme de ti Acácio Simões, como lo harías tú
Con esa alegría que siempre entregaste a todos y tu humor que a todos nos hacia reír mucho

Pero la verdad que cuesta tener es alegría en momentos tan difíciles cuando un amigo ha partido

Quiero darte las gracias por conocerte, por haber llenado Blog Luso con tanta dedicación y alegría

Se te extraña amigo y desde mi corazón solo deseo que descanses en paz
Dejaste muchas huellas lindas en muchas personas, no te olvidaremos

Te abrazo muy fuerte y te digo con todo mi cariño hasta siempre amigo Acácio Simões
Descansa en paz

Tú amiga

sábado, outubro 13, 2007

ADEUS COMPANHEIRO

Uma centelha que brota , uma chama que vacila entre dois oceanos de trevas, tal é a vida humana.
Perdemos um companheiro, um folgazão, um homem que nos ensinou que a função de viver e de estar vivo, de existir por dentro e por fora, de ser o mesmo por detrás do que se parece, arreda-se de muitas pessoas, para se entegar nos braços de ilusões e enações incumbidas de distrair cada indivíduo da tarefa de ser ele mesmo. Sermos nós mesmos - esse é o exercício mais difícil, a aeróbica mais exigente e dolorosa nos tempos que correm. Mas vale a pena praticá-lo, porque é bom não ter a cabeça afeita ao jugo, o pescoço à coleira e a boca ao açaime.
ACÁCIO SIMÕES FOI ELE MESMO.
QUE DESCANSE EM PAZ !

sexta-feira, outubro 12, 2007

Fallecio Acácio Simões un homenaje



En el día de ayer se nos comunico que nuestro amigo y contribuyente Acácio Simões del blog Luso falleció

Nuestra amiga Leonor C de su blog http://andorinhanegra.blogspot.com/
aviso la trágica noticia

Acácio Simões fue un gran amigo y un gran aporte a este blog, siempre tenia mucha alegría en sus post que a todos nos sacaba sonrisas y risas
Sentimos desde el alma la gran partida de nuestro amigo
Y que su familia este tranquila y bien
Desde Blog Luso nos unimos a la familia y sus amigos y le damos nuestro pesar desde el alma


En su blog esta este adiós,
Blog O atónito
13-11-1940 ... 10-10-2007

A família agradece a todos os cibernautas que tanta companhia e boa disposição lhe trouxeram!
Obrigado

Acácio Simões que descanses en paz, gracias por todo lo que entregaste
Blog Luso te abraza en el silencio de tu partida

Nos unimos en el dolor de tu partida amigo

Gracias amigo, que descanses en paz

Triste Noticia


é com muita tristeza que hoje recebi a noticia da partida do nosso querido amigo Acácio Simões.

Resta-me desejar as minhas lamentações à familia a todos os que gostavam dele. De facto a vida prega-nos uma partida por vezes e esta é sempre a mais dolorosa.
Obrigado pelos momentos engraçados que aqui me proporcionou e por me ter convidado(penso ter sido o Acácio) a me juntar a esta familia Luso.
Este cantinho já não será o mesmo sem a sua presença!


Um grande abraço e com magoa hoje faço este sentido post.

Que descanse em Paz amigo Acácio
PERDER UM AMIGO

Perder um amigo é perder um abrigo
Sair pelas noites, cair pelos bares.
Perder um amigo é cortar o umbigo
E prender o sangue para não chorar.
É enterrar os dedos bem dentro dos olhos
E chorar aos molhos até se molhar.
É morrer de um amor muito mais valioso
Desacreditar do mundo, deixar de rezar.
Perder um amigo é pior do que eu digo,
É ver seu velório e o corpo largado.
É maldizer a vida, negá-la, atrevido
Falar que nunca teve e nem nunca terá
Alguém com quem possa contar nos perigos.
Perder um amigo é se sobressaltar
Com o medo da noite, do dia mais claro
A hora indecisa se alguém vai chegar.
Perder um amigo é perder a coragem
E virar, covarde, as costas pro mar,
É ver virem ondas piratas do céu.
Perder um amigo é andar ao léu
É doer a cabeça, e não ter o remédio
De não mais ter fim, nunca melhorar.
É a necessidade de um psicanalista
Perder um amigo é passar em revista,
Diante dos túmulos, diante da saudade,
Perder um amigo é ir antes da idade.
Perder um amigo é perder o horário,
É querer no íntimo, nunca mais acordar.
Perder um amigo é a dor mais sentida,
É contar por dia umas mil recaídas.
É perder a gota de sangue, a derradeira,
Perder um amigo é baixar num hospital.
VOLUNTÁRIO

Por um momento que durou sua vida toda
Ele foi do voluntariado de cuidar de tudo,
Passava à vista todas as manhãzinhas
As borboletas que nunca as alcançava dormindo
E saudava com o olhar mais venturoso,
Cheio de coragem, audácia e cor,
Os canários belgas postos ao sol nas sacadas.
E visitava de fora, o casulo no seu tempo
De rebento. Fazia emendas nas asas dos passarinhos
Triscadas pelos helicópteros invasores dos seus espaços.
Ia aos lixões demarcar pontos para os urubus,
E lhes dava conselhos, quão perigoso é o sul.
Fazia festa e quermesse para os beija-flores
E lhes beijava o bico, provando do néctar.
Dava nome e sobrenome a todos os outros,
Quem não era parente seu, era do seu amor
E assim amava o tempo, que não se ver
Só por querer criar condições lá dentro
Para que lhe fosse surpresa todo dia, a aurora.

ADEUS AMIGO!

A VIDA DE UM HOMEM NÃO É AUTÊNTICA SE ELE NÃO SE PREOCUPAR COM A AJUDA DO PRÓXIMO.
ATÉ SEMPRE GRANDE AMIGO!
JAMAIS TE ESQUECEREMOS.

quinta-feira, outubro 11, 2007

Acácio Simões



En el día de ayer se nos comunico que nuestro amigo y contribuyente Acácio Simões del blog Luso falleció

Nuestra amiga Leonor C de su blog http://andorinhanegra.blogspot.com/
aviso la trágica noticia

Acácio Simões fue un gran amigo y un gran aporte a este blog, siempre tenia mucha alegría en sus post que a todos nos sacaba sonrisas y risas
Sentimos desde el alma la gran partida de nuestro amigo
Y que su familia este tranquila y bien
Desde Blog Luso nos unimos a la familia y sus amigos y le damos nuestro pesar desde el alma


En su blog esta este adiós,
Blog O atónito
13-11-1940 ... 10-10-2007

A família agradece a todos os cibernautas que tanta companhia e boa disposição lhe trouxeram!
Obrigado

Acácio Simões que descanses en paz, gracias por todo lo que entregaste
Blog Luso te abraza en el silencio de tu partida

Nos unimos en el dolor de tu partida amigo

Gracias amigo, que descanses en paz

terça-feira, outubro 09, 2007

O fado de Lisboa



Mariza- Oh gente da minha terra



Origem

A palavra fado vem do latim fatum, ou seja, "destino". De origem obscura, terá surgido provavelmente na primeira metade do século XIX.

Actualmente a explicação mais aceite, pelo que diz respeito ao fado de Lisboa, é de que este teria origem nos cânticos dos Mouros, que permaneceram no bairro da Mouraria, na cidade de Lisboa após a reconquista Cristã. A dolência e a melancolia daqueles cantos, que é tão comum no Fado, estaria na base dessa explicação.

Há ainda quem aponte na sua génese uma síntese de géneros musicais, devido a abundante presença de outros povos em Portugal, e à altura de grande popularidade em Lisboa, como por exemplo o Lundu e a Modinha.


O fado de Lisboa

Provavelmente começou nas tabernas e nos pátios dos bairros populares (Alfama, Castelo, Mouraria, Bairro Alto, Madragoa), sendo cantado e ouvido pelo povo, até que a fidalguia começou a frequentar aqueles locais para o ouvir. A primeira cantadeira de fado de que se tem conhecimento foi Maria Severa.

Os temas mais cantados no fado são a saudade, a nostalgia, o ciúme, as pequenas histórias do quotidiano dos bairros típicos e as lides de touros. Eram os temas permitidos pela ditadura de Salazar, que permitia também o fado trágico, de ciúme e paixão resolvidos de forma violenta, com sangue e arrependimento. Letras que falassem de problemas sociais, políticos ou quejandos eram reprimidos pela censura.

Deste fado "clássico" (também conhecido por fado castiço) são expoentes mais recentes Carlos Ramos, Alfredo Marceneiro, Berta Cardoso, Maria Teresa de Noronha, Hermínia Silva, Fernando Farinha, Fernando Maurício, Lucília do Carmo, Manuel de Almeida, entre outros – todos já desaparecidos.

O fado moderno iniciou-se e teve o seu apogeu com Amália Rodrigues. Foi ela quem popularizou fados com letras de grandes poetas, como Luís de Camões, José Régio, Pedro Homem de Mello, Alexandre O’Neill, David Mourão-Ferreira, José Carlos Ary dos Santos e outros, como João Ferreira-Rosa, Teresa Tarouca, Carlos do Carmo, Beatriz da Conceição, Maria da Fé. Também João Braga tem o seu nome na história da renovação do fado, pela qualidade dos poemas que canta e musica, dos autores já citados e de Fernando Pessoa, António Botto, Affonso Lopes Vieira, Sophia de Mello Breyner Andresen, Miguel Torga ou Manuel Alegre, e por ter sido o mentor de uma nova geração de fadistas. Acompanhando a preocupação com as letras, foram introduzidas novas formas de acompanhamento e músicas de grandes compositores: com Amália é justo destacar Alain Oulman (um papel determinante na modernização do suporte musical do fado), mas também Frederico de Freitas, Frederico Valério, José Fontes Rocha, Alberto Janes, Carlos Gonçalves.

O fado de Lisboa que é hoje conhecido mundialmente pode ser (e é muitas vezes) acompanhado por violino, violoncelo e até por orquestra, mas não dispensa a sonoridade da guitarra portuguesa, de que houve e ainda há excelentes executantes, como Armandinho, José Nunes, Jaime Santos, Raul Nery, José Fontes Rocha, Carlos Gonçalves, Pedro Caldeira Cabral, José Luís Nobre Costa, Paulo Parreira ou Ricardo Rocha. Também a viola é indispensável na música fadista e há nomes incontornáveis, como Alfredo Mendes, Martinho d'Assunção, Júlio Gomes, José Inácio, Francisco Perez Andión, o Paquito, Jaime Santos Jr., Carlos Manuel Proença, bem como o expoente máximo da viola-baixo, Joel Pina.

Actualmente, muitos jovens – Maria Ana Bobone, Mariza, Joana Amendoeira, Mafalda Arnauth, Ana Sofia Varela, Katia Guerreiro, Camané, Gonçalo Salgueiro, Diamantina, Cristina Branco – juntaram o seu nome aos dos consagrados ainda vivos e estão dando um fôlego incrível a esta canção urbana.

O fado dito ”típico” é hoje em dia cantado principalmente para turistas, nas "casas de fado" e com o acompanhamento tradicional. As melhores casas de fado encontram-se nos bairros típicos de Alfama, Mouraria, Bairro Alto e Madragoa. Mantém as características dos primórdios: o cantar com tristeza e com sentimento mágoas passadas e presentes. Mas também pode contar uma história divertida com ironia ou proporcionar um despique entre dois cantadores, muitas vezes improvisando os versos – então, é a desgarrada

Información de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fado

Freyja