domingo, fevereiro 04, 2007

ACONTECEU NO RECONCO

Como o referendo sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez é já no próximo Domindo, queria aqui contar uma história, verdadeira, diga-se a bem do rigor, iniciada há muitos anos no Reconco - Mealhada e que eu não me canso de verberar.
António adorava a sua bela esposa apesar de saber que ela o traía porque era uma ninfómana com um apetite sexual voraz e, acima de tudo, adorava ser uma polígama.
A mulher de António era fascinante! Tinha um charme impressionante, uns seios divinais e uns lábios tão sensuais que faziam a volúpia dos seus amantes. Pavoneava-se pelas ruas com lascívia e o seu carácter libidinoso aguçava o apetite do sexo oposto.
António cansou-se de ser traído e propôs o divórcio a Beatriz, facto que se consumou em seis meses por mútuo acordo.
Do casamento tinha nascido Patricía, uma menina maravilhosa, com uns olhos verdes deslumbrantes. Tinha apenas um ano quando se verificou o desquite.
António todos os meses enviava o dinheiro que tinha ficado acordado para o sustento da filha.
Em Janeiro de 2007, Patrícia completou 18 anos e António entregou à sua filha o último cheque do acordo.
A filha abraçou o pai e disse-lhe:
- «Pai querido! A mãe manda dizer que te agradece do fundo do coração por me teres sustentado durante 18 anos, porque, na verdade, tu não és o meu pai, mas sim o Joaquim Mendes do talho».

3 comentários:

LEONOR C. disse...

É preciso ter descaramento! Tanto uma como outra!

geo disse...

LOL ganda lata

Axiológico disse...

puta merda!!! hehehehe