segunda-feira, julho 30, 2007

SAUDADE

Porque será que te afastas de mim?!
O vento disse-me numa canção
que trazia um refrão que esfuracava
o meu ser e me gritava
que nunca mais encontrarei
a grande porta do teu amor.
Em floreio te digo
que já não consigo
bater aquelas pancadas secas
porque há em todas as canções do vento,
um grito,
um lamento de anjos que partiram para sempre,
deixando a infinita tristeza
e a saudade de te ver.
Deixei a janela aberta,
na noite que hoje começa,
acendi a candeia que alumia o caminho da
tua alma.
Vem com o vento, podes entrar.



16 comentários:

Laura disse...

Credo moço, olha que é melhor pores um porteiro ali de noite. Já viste que há quem ande de todo encantado. Eu nem te bato à porta, xiça, já viste a fila que vai ficar à entrada?
A candeia que alumia a tua alma? nada mal, ó Poeta das mil caras, ainda vais acabar perdidamente perdido ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.
Beijinho a ti e vou ver se te apanho no msn também ehhhhhh...

loureira disse...

eu já tou la fila! se bem que lá no fundinho dela, onde ninguém me vê! mas que estou tou!

também com um poeta destes... quem resiste?!

de facto ele é bonito!

Parabéns Poeta do Luso!

Parabéns

Tudo de bom!!!

Sandokan disse...

Sê bem-vinda Loureira! Podes entrar.

loureira disse...

Boa Tarde, Gentil Poeta do Luso.

Peço perdão mas vou deixar aqui um recado para o senhor Zeca Paleca, para quando este chegar das suas férias. É que ali muito em baixo ele podia não ver, a minha decisão e determinação.

Como este é o post mais recente... Pensei, que assim, ele possa ver mesmo.

- Não sabia como fazer. -


Tenho um tema para o Luso, senhor Zeca Paleca e, se o convite continuar de pé, aceito.

Mais depressa do que eu mesma previa. Aconteceu!

Posso então participar junto das gentes do Luso, se bem que de modo mais modesto?!


Tenho um tema "A Vida à Minha Porta" feito já à algum tempo... É com ele que eu quero assinalar a minha presença nas Amadas Terras do Luso. Amadas de todos nós! De todos os Lusenses.

Literariamente não é propriamente algo com a qualidade, que as Terras do Luso merecem e também as suas gentes. Mas... foi o que veio à minha Alma! E como diz um dos meus poetas preferidos: "... tudo vale a pena se a alma não é pequena..."


Só estou a ver se lhe dou uma pontuação razoável e logo de seguida está pronto para o Luso!


O problema: Para onde o mando?!



Quando chegar senhor Zeca Paleca... por favor oriente-me:


Obrigada

Gentil Poeta do Luso!


Obrigada a todos

Com respeito e consideração

(loureira)

SAM disse...

Ah querido poeta! Mas como? Entraste por uma porta e deixas somente uma janela aberta? Abra portas e janelas! Veja o sol nascer!

Grande beijo.

Um Momento... disse...

Não...
Não me afastei de ti
Estou aqui...não me sentes?
Toca-me...Toca-te
Bem aí... no peito...
sente o coração
Pancadas secas não bate
Pois está vivo, sente!...
Como poderiam ser secas?
O teu grito eu oiço
E ao teu lado grito contigo
Olha para ti, para dentro de ti
Estou aqui...à luz dos teus olhos,
Iluminaste-me com a luz do teu sentir , ao indicares-me o caminho com a tua candeia ,
Que acendes-te com o fogo do teu amor
Aqui estou eu...
Á tua janela ...a olhar para ti...
Contigo, a sorrir. a sentir-te
Lugar este de onde nunca saí

Um beijo sentido(*)

Sandokan disse...

Minha Doce Loureira : Por favor, tem que nos enviar o seu e-mail para recepcionar o nosso convite. Já vi que gosta de Fernando Pessoa e, como ele, gosta também de heterónimos.Permita-me que lhe comunique que escreve muito bem e que, ao mesmo tempo, com tal escrita, só acrescentaremos ainda mais valor a este nosso cantinho.


Se no nosso horizonte só há pó e fumo, dificilmente podemos ver os caminhos e menos ainda as «metas». O esforço é necessário, sempre que se dirija para um fim determinado; de contrário, converte-se em energia inútil que acaba por esgotar-nos.
A esperança, em todos os momentos da nossa vida, deve constituir o eixo que dá sentido aos nossos sentimentos.


Este preâmbulo não tem intenção de confundir, mas de «fazer-nos reflectir»

SEJA BEM-VINDA!

SEJA MUITO FELIZ!

Não se esqueça de nos fornecer o seu e-mail.

OBRIGADO!

Menina do Rio disse...

Ai ai...Não achas a porta? Segue a canção do vento na noite que hoje começa...

Já tava com saudade docê, Sand...

Beijosssssss

Rafaela disse...

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  [♥[  вσα         [♥[
   [♥[   ѕємαηα!     [♥[
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      [♥[      [♥[
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          [♥[

Marrie disse...

Racionais...

Até que ponto
Somos, realmente,
Racionais?

Até que ponto
Dominamos, racionalmente,
Nossa afetividade?

Racionalizar sentimentos,
Comandar desejos,
Esconder emoções...

De que forma,
Quando sentimos na alma
A vontade de vivermos
Uma grande paixão?!

Paixão...
Quando fugir?
Quando parar?

Perguntas que nos faz
Calar a razão!!!
Marrie

Prazer em conhecê-lo....

luafeiticeira disse...

Está descansado que eu costumo visitar-te, o problema é que a qualidade dos teus textos às vezes bloqueia-me e acabo por não deixar coments.
jocas

Pascoalita disse...

É desta! Agora que acendeste a candeia, será facílimo encontrares o que procuras :)
1 beijo doce da
pascoalita

Flôr disse...

Puxa!!! Estás mesmo com a poesia na alma!!! Gostei. :D

E a senhora da foto? não passa disso mesmo, de uma foto, ou já a viste por perto?!! lol lol

Beijo da amiga Flor :D

Sandokan disse...

Via em Santarém, é muito tímida e ao sentir os meus passos e o meu cheiro do Allure da Chanel... fugiu logo!!!!!

O Sentir dos sentidos disse...

Querido Sandokan,

Acalma teu coração
Bonito no sentir
Porta paradisíaca
Já então vejo aberta
Adendra Poeta...
Anjos já te esperam por certo
E te cantam hinos feito canções
De Amor no Eterno
Sentimento te abraça
E, num abrir de risos plenos
Janela nem mais existe
Viu Tua Luz o Amor...
Trilhou o caminho
E, em Te Ficou
Neste Dia-Noite-Dia
Brisa Mansa...
Tua Alma Beijou
O Amor te encontrou, então...

Desculpa querido amigo, teus versos nos fazem sonhar ao longe...e tento poemar contigo.

Terno beijo,

Vera Carvalho disse...

Meu querido, és um grande ser! Portas como essas que se abrem ao teu encontro nunca se fecham.
Tornei-me ave no dia em que te conheci,
agora só espero que o vento me arraste para junto de ti.
Abraço-te.