terça-feira, fevereiro 02, 2010

SEI QUE NEM DO NADA SEI

Quando sabemos muito, já o suficiente para impressionar alguém, temos de ter piedade desta rizonha Hiena, ela nem sabe se sorrir ou chora.
Quando nos encantamos com a quantidade de informações e truques que acumulamos ao longo da vida e nos satisfazemos nem nos incomodamos, ao contrários julgamos propício e mereceder dos elogios de alguém por perto, aí, nos encontramos parados, retorcidos como arame segurando uma porteira velha que não dá conta de quem e quantos passaram por alí. Quando realizados procriadores de informações que julgamos interesantes, e que aos ouvidos de outros fazem com que seus olhos se abram admirados, estamos fincados como marco entre o que não sabemos e o que jamis tomaremos conhecimento.
Quem sabe de tudo, tem conhecimento só daquilo que foi possível entender em partes, uma coisa, de uma coisa, de uma coisa de outra coisa estranhíssima.
Quem não se julga sabedor de muito, mas com convicção, talvez como Sócrates, se prever diante de todos, de monte de coisas e idéias que não param de surgirem e de um fundo verdadeiro, de cima abaixo dos seus pensamentos e de seus olhos e sua insignificância.

Sandokan,

Beijos do Brasil, do Piauí,
de mim, teu irmão

Naeno

4 comentários:

Viiii disse...

Nossa, muito interessante o ponto de vista, sabe?
Muitas vezes nos julgamos sabedores de uma gama de coisas, nos tornamos intransigentes e ainda achamos que estamos no lucro, acabamos por esnobar aqueles que julgamos "saberem menos". Mas é aquela coisa, o SAber é algo infinito, não se pode saber tudo, e cada vez que supomos ser donos de uma verdade absoluta, caímos em grande erro.

Vanilda Fiuza disse...

Olá!!!
Conheci seu espaço através do blog da Bellinha. Encantei-me com o texto que deixou tatuado lá. Parabéns pelo extremo bom gosto.
Eu também criei um blog, só para me extravasar um pouco desse mundo tão conturbado com concreto demais.
Será uma honra ter como meu seguidor, se te agradar.

http://my-natureworld.blogspot.com/

Jacke disse...

Obrigada pela visita.
Adorei seu comentário.

Grande abraço.

Se7e/5 disse...

Numa noite quente e cheia de tesão estava necessitada de um duro e quente "rolinho de carne" bem dentro da caverna húmida do amor, entrou num barzeco e, foda-se!!, que moço lindo, uma autêntica obra de arte, perfeito e, saltava ás vistas, lindo, lindo, lindo! Um Adônis único com todas as letrinhas do desejo e tentação. Aproximei daquela montanha de beleza e tentei a sorte: -Você quer..., -ainda nem tinha bem articulado a palavra seguinte e já aquele corpão de bronze suado me arrastava para fora do bar. Meio desmaiada de emoção, recobrei meus sentidos num quarto excelente de hotel. Vá livrando da roupa, disse o pedação, e eu livrei, ficando nuinha e brilhando num calor intenso entre minhas coxas que já se escancaravam para receber o “rolão duro de carne”. Quando o gatão começou a despir-se...

O restinho???, nã, nã... só lá no se7e/5.